sábado, 9 de outubro de 2010

Carta - Como me vejo na cidade?

Como me vejo na cidade? Como vejo a cidade em mim?

Querida Patrícia,

Nunca deparei com uma proposta de atividade tão pragmática. Mas, diante da proposta, gostei do exercício de pensar a minha inserção na cidade e também o contrário.
Eu me vejo na cidade de Samambaia no DF, como uma relação de troca, que começou como experimentação e solidificou como uma união estável. A minha opção por ela foi de livre e espontânea vontade aliada às minhas atividades do cotidiano, como trabalho, moradia, acessibilidade, amigos dentre outras. Moro, trabalho e resolvo grande parte do que necessito lá, e, quando quero algo diferente que não é ofertado lá, procuro fora ou “brigo” com os fornecedores para levam até ela.
Vejo Samambaia compatível comigo, ou seja, atendendo às minhas necessidades básicas e crescendo inclusive mais que muitas outras cidades satélites de Brasília mais estabelecidas anteriormente.
Primo por valorizá-la em seu comércio e nas novas propostas que chegam a mim.


Maria Aparecida Pereira Lima
Alexânia-GO, 07 de agosto de 2010.

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